Orientações importantes em caso de ataques de abelhas

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abelhas

O Rio Grande do Sul tem registrado um aumento no número de ataques de abelhas, com casos graves e até uma morte nas últimas semanas. Em Alegria, no domingo (11), um homem morreu após um ataque. Já na segunda-feira (12), em Novo Machado, três pessoas ficaram feridas.

Os incidentes recentes acendem um alerta para a população. No início do mês, em Joia, uma motorista perdeu o controle do veículo e colidiu com um poste após o carro ser tomado por um enxame. Em Viamão, na Região Metropolitana, uma mulher foi hospitalizada ao tentar salvar sua cachorra de um ataque de abelhas.

Segundo especialistas, a época do ano influencia diretamente na ocorrência de ataques, já que entre a primavera e o verão as abelhas estão soltando novos enxames para colonizar novos espaços.

No outono e inverno, os ataques tendem a ser de colônias já estabelecidas que se sentem ameaçadas, mas o principal fator que contribui para um ataque é a proximidade com o ninho.

As abelhas costumam dar sinais antes de atacar, como voar rapidamente em frente ao rosto da pessoa. Se o alerta for ignorado, uma única ferroada pode atrair as outras para o ataque.

Em caso de ataque, a orientação é clara: afastar-se imediatamente, e procurar abrigo em um local fechado, como um carro ou uma casa, protegendo sempre o rosto e o pescoço. Especialistas alertam para não se jogar em rios ou matas, pois isso pode gerar outros riscos, como afogamento.

Manter a calma é importante, pois o nervosismo pode acelerar a circulação sanguínea e espalhar a toxina mais rapidamente. O atendimento médico deve ser procurado, especialmente em caso de múltiplas picadas ou sinais de reação alérgica.

Para a remoção de colmeias, a recomendação é nunca tentar fazer o serviço por conta própria. O correto é acionar o Corpo de Bombeiros, pelo telefone 193, a Defesa Civil da sua cidade ou um apicultor profissional, que possuem técnicas e equipamentos de segurança adequados.

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